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A kepina (em quíchua, língua dos antigos incas, ação de arrumar algo num saco ou embrulho para carregá-lo) ainda hoje é usada pelas populações andinas com o objetivo de proteger o recém-nascido de uma forma natural e anatômica que permite continuar com o trabalho na terra, em casa e cuidar dos filhos mais velhos, além de manter o vínculo afetivo depois do nascimento dos bebês.

Para o bebê a kepina proporciona uma posição confortável e segura. Ele fica coladinho ao adulto vendo-o, sentindo sua respiração, ouvindo seu coração e acompanhando seus movimentos.

Bebês que são carregados em kepinas choram menos, têm menos cólica e são mais tranqüilos, pois o contato físico duradouro permite que suas necessidades sejam logo percebidas.

A coluna de um bebê necessita de pelo menos seis meses de desenvolvimento e fortalecimento para sustentar seu corpinho na posição sentada. Com a kepina se pode respeitar esta necessidade progressiva levando-o durante os primeiros meses deitado ou semi-deitado.

Além disso, o peso do bebê divide-se entre a articulação do ombro e as costas, mantendo livres os braços de quem o carrega. A kepina pode ser utilizada desde o nascimento e não há idade limite para deixar de usá-la, contudo, a partir dos dois anos as crianças preferem caminhar sozinhas.

As Kepinas inKa possuem tamanho padrão ajustável ao crescimento do bebê, são fabricadas em tecido 100% algodão, contam com tecido extra para proteger o bebê de intempéries (vento, sol,...) e possuem um bolso ideal para guardar pequenos objetos como toalhinhas e chupetas (sob recomendação médica).